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A oração, uma prática mal realizada

“E tudo o que pedires ao Pai em meu nome, eu o farei…” – João 14:13

Quando olhamos de maneira global, vemos que a oração faz parte das diferentes religiões.

Para os católicos esta é uma atividade que se desenvolve usando rezas repetitivas, as quais são dirigidas, segundo sua crença, a Deus, a Cristo, à Virgem Maria e inclusive a uma inumerável lista de santos com que conta a referida religião.

Entre os muçulmanos a oração constitui uma disciplina na qual o crente se prostra no chão e repete versos do Alcorão, o livro sagrado para eles. Estas preces são elevadas a Alá, o nome que denominam seu deus. Este é um exercício que realizam pelo menos cinco vezes ao dia.

No Judaísmo fazem proclamações baseadas em textos da Torá, seu livro sagrado. Estas orações são dirigidas a Jeová, o nome que para eles Deus tem.

No Hinduísmo a oração tem um caráter ainda mais místico, eles praticam os chamados mantras, uma espécie de sons que emitem, como objetivo de encontrar um estado agradável para a meditação.

Se entendemos a oração como um mecanismo de comunicação entre o crente e Deus, devemos fazer algumas considerações:

Para que esta prática tenha êxito, o mais razoável é que seja o próprio Deus quem estabeleça a forma adequada para tal comunicação.

Primeiramente todo aquele que eleva uma oração deve conhecer o nome de Deus.

Segundo, o que o crente deve levar em conta é que Deus determinou que qualquer petição que se faça, deve ser feita no nome de Cristo. Este aspecto está baseado no enunciado bíblico que diz:

“E tudo o que pedires ao Pai em meu nome, eu o farei…” – João 14:13

Por isso é fundamental saber que o nome de Deus é Melquisedec e que o nome de Seu Cristo é Lisbet.

Convite: Faça a prova pedindo a Melquisedec, no nome de Cristo que é Lisbet, e verá os resultados.

Testemunhos: as cartas abertas que testemunham de MelquisedecCristoLisbet